palpitava meu coração que primeiro a rolha e logo as pernas primeiro um gole e logo as pernas primeiro as pernas e logo logo nós dois de cara cheia de tanto fluido tanta fluidez cérebro com cérebro bacia com bacia espaço com não espaço e eu te preenchendo os vãos em vão palpitavam minhas mãos que você me escorria em resposta no chão daquele velho apartamento que invadíamos como gatos entre arranjos de silêncio e janelas semi-fechadas escondidos dos vizinhos mal suspeitando da placa de aluga-se e dos rangidos gemidos do eden reiventado mas não claro que não pois que mais uma vez meu coração esse eterno viciado palpitava burro no cavalo errado
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