Barbarismo sinestésico
São lanças de azul amargo e duro
domingo, 26 de agosto de 2012
A Daniela
Pequena, perdoa se te escondo
Na última réstia das gavetas
Quando a luz já não sabe
Se é prenda ou mordida
Na teta escura da vida
Quando a luz já não sabe
Se cega ou se segue
Jantando juntando moendo
Poeira
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